Escrevo com palavras que não são minhas, mas com um sentido que é o meu.
São palavras soltas, bagunçadas e muitas vezes jogadas no vento do meu eu.
Um eu que é construído e moldado por palavras que saem da minha boca e da sua boca.
E seguirei escrevendo palavras sem um sentido próprio, sem um sentido único.
E vou moldando tudo o que vejo à palavras que escrevo em um pedaço de papel.
Amontoando tudo, caraterizando com um jeito que é só meu.
-Bárbara Feitoza

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