Comecei a existir do nada e a partir dai fui me fazendo por mim mesmo.
Construindo um eu que absorvia o que ocorria ao seu redor, aprendendo e nunca sendo o mesmo eu.
Era uma copia de outrem que sem saber que copiava a alguém ia se fazendo, transformando-se.
Me tornei só mais um ser que não existia por si só, um ser incompleto que se completava.
Que aos poucos ia morrendo inconscientemente, até se tornar um nada consciente.
-Bárbara feitoza

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