Em uma carta escrevi adeus, com palavras que não tinham brilho, muito menos faziam sentido quando agrupadas em montinhos de frases e orações completamente desconexas, mas que mostravam meu eu confuso que vivia em fantasias, contudo se via na dura realidade de tudo o que se era real não ser nada real.
Nela enviei minhas lágrimas e minhas desculpas em um tom de adeus.
Foi uma carta simples demais e marcante demais, mas preferi por um ponto final pois, as reticencias machucaram demais...
-Bárbara Feitoza

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