Mas um ano se vai, e com ele milhares de esperanças perdidas, de corações partidos, de lágrimas derramadas em vão, de sorrisos falsos e de palavras vazias. Um ano repleto de amor e de ódio, cheio de contradições estranhas, e de novas descobertas.
Dias monótonos e diferentes, onde diariamente estivemos na grande labuta em que sempre estamos. Os sorrisos de felicidade saíram facilmente do mesmo modo como as lágrimas de tristeza. Os aprendizados foram bons para quem conseguiu aprende-los, mas sei que muitos não observaram os acontecimentos dessa forma tão maravilhosa de se ver. As decepções foram costumeiras, já que estamos tão acomodados com o mal que ocorre diariamente em nosso mundo que tornou-se tão pequenino para nós e ao qual não respeitamos em um mero segundo se quer. As pessoas continuaram egoístas e mesquinhas, passando cada hora de suas vidas dedicando-se a algo fútil, desprezando o que deveria ser cultivado como sementes em um jardim.
Vivemos em um ciclo de comodismo que alimentamos e nos viciamos, não sentimos nem um pouco falta de soltar as correntes que nos prende ao vicio cíclico que estamos. Mas como sempre será, até um dia que não será mais para sempre, um novo ano surge cheio de esperanças que coisas boas aconteçam, pessoas mudem para melhor e que nós mesmos mudemos para melhor, desejamos isso do fundo do amago, mas só estamos esperando que tudo melhore e no final nada fazemos para as coisas que desejamos tanto melhorarem. Só precisamos nos motivar, mas parece que as pessoas e os acontecimentos da vida é o que mais nos desmotivam a não melhorar, dessa forma estaremos sempre assim, ao acaso.
-Bárbara Feitoza

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