Meu coração ainda envia o sangue filtrado por meus rins às minhas veias, me mantendo viva.
Meu organismo não necessita das ilusões que me alimentavam, me iludiam.
Não tenho o mesmo corpo e nem possuo a mesma mente de antes... me transformei na ilusão dos outros.
Temida pelos mesmos que me acolheram um dia, temida pelos mesmos que me odiaram um dia.
Deixei de ser igual aos outros...deixei de ser comum...deixei de ser eu!
Sou o ser que vaga sozinho na multidão de pessoas!
Sou a excluída e a aceita... sou a contradição de um mundo que não me vê
-Bárbara Feitoza

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